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Sexta-feira, 20 de Abril de 2007

A HISTÓRIA NATURAL DAS DOENÇAS

Ao longo das inúmeras aulas teóricas de Medicina Preventiva temos falado dos inúmeros condicionantes da saúde e da importância da prevenção no desenvolvimento de variadas doenças. No entanto, a prevenção das patologias só é possível com base no conhecimento das características dessas mesmas patologias. Só podemos praticar comportamentos preventivos relativamente a uma doença se conhecermos os factores de risco que aumentam a probabilidade desta se desenvolver, os sintomas através dos quais se manifesta, toda a sua evolução e também o que a previne e a forma como pode ser tratada. Logo, a prevenção só faz sentido quando em relação com o conhecimento da história natural das doenças.

A História Natural das Doenças (HND) é composta por dois períodos: o período pré-patogénico (antes do indivíduo adoecer, desequilíbrio entre agente e hospedeiro, factores ambientais condicionantes que são o estímulo) e o período patogénico (a patogénese precoce ou período de incubação, horizonte clínico).

A História Natural das Doenças define, assim, duas dimensões da causalidade, a primeira, epidemiológica, é a da determinação do aparecimento das doenças, e a segunda, fisiopatológica, trata da evolução das mesmas. Os factores associados são organizados em redes de causalidade, constituindo-se em modelos ecológicos, em que as diferentes variáveis são admitidas ao modelo através de testes estatísticos. Ocorre uma redução das condições sociais em atributos naturais dos indivíduos e/ou do ambiente, ou seja, uma naturalização do social. E, a partir do estabelecimento de condutas em geral, se estabelece a neutralidade técnica da medicina e da prática médica nas suas intervenções sobre o processo saúde e doença nos indivíduos e populações.

Por exemplo, os factores de risco das DCV podem ser inatos (não modificáveis) ou externos (comportamentos e estilos de vida). Como exemplo dos primeiros incluem-se a idade, o sexo (particularmente o masculino), a história familiar e pessoal de DCV, factor de risco trombogénico. Entre os factores de risco externos e passíveis de serem modelados, encontram-se o colesterol elevado, a hipertensão, a diabetes mellitus, o tabagismo, excesso de peso e obesidade, sedentarismo.

Para intervir tem de se ter em consideração a história natural da doença, a pessoa enquanto saudável fazendo a prevenção primária, depois do início da doença, a prevenção secundária, com a doença estabelecida, a prevenção terciária e, por fim, a prevenção primordial (evitar a emergência e estabelecimento dos padrões de vida – sociais, económicos e culturais – que se sabem levarem a um elevado risco de doença).

A prevenção primária é limitar a ocorrência da doença pelo controlo das causas e factores de risco.

A prevenção secundária resume-se no reduzir as consequências mais importantes da doença através do seu diagnóstico precoce e respectivo tratamento.

A prevenção terciária tem por finalidade reduzir a progressão ou as complicações da doença já estabelecida.

 

“A Medicina Preventiva apresenta-se como sendo natural, na medida em que representa uma evolução intrínseca da própria medicina... e universal, quando generaliza esta alternativa como solução para os problemas da medicina em qualquer formação social, transformando-se, portanto, numa solução que ultrapassa os limites de sua origem para tornar-se internacional.”

Arouca

publicado por Dreamfinder às 21:44

link do post | comentar | favorito
6 comentários:
De Francisco Carleial a 28 de Setembro de 2009 às 21:14
Muito bem escrito, claro, gostoso de ler
Medicina preventiva nunca foi tão fácil de ler
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Muito bem escrito, claro, gostoso de ler <BR>Medicina preventiva nunca foi tão fácil de ler <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Parabens</A>
De Miguel Angelo Teles a 3 de Fevereiro de 2010 às 18:11
Parabéns pelas informações prestadas
De Daniela Lopes a 1 de Setembro de 2010 às 00:44
Olá pessoal. Eu faço enfermagem e o texto de vocês ficou maravilhoso. Ajudou muito para esclarecer algumas dúvidas.

Parabéns
Até mais
De Vanderlei kafey Malaquias a 28 de Março de 2011 às 18:56
Muito bem explicado o assunto, claro e preciso.Faço odontologia na UFRGS, me ajudou muito!!!
De Tarcio curxo de enfermagem gxtei dos comentarios parabens pexoal a 10 de Fevereiro de 2016 às 22:15
Goxtei d xtar ai por o ixo parabens
De Tarcio curxo de enfermagem gxtei dos comentarios parabens pexoal a 10 de Fevereiro de 2016 às 22:18
Goxtei d xtar ai por o ixo parabens

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